Lufthansa alarma mercados com revisão em forte baixa da previsão de resultados

17-06-2019 (14h46)

Imagem: Lufthansa
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A Lufthansa revelou hoje uma previsão de queda acentuada do resultado operacional ajustado de não recorrentes, que conduziu a forte quebra da sua cotação na Bolsa de Frankfurt e ‘ondas de choque’ nos títulos das outras companhias de aviação europeias.

O grupo alemão indicou que a sua nova previsão de resultado operacional (EBIT, do inglês para resultados antes de juros e impostos) aponta para 2.000 a 2.400 milhões de euros este ano, que compara com 2.836 milhões em 2018 e 2.969 milhões em 2017.

A informação indica ainda que assim o grupo antecipa uma margem operacional antes de não recorrentes entre 5,5% e 6,5%, quando antes previa uma margem entre 6,5% e 8% e em 2018 registara 7,9% e em 2019 tivera 8,3%.

A informação avança que o grupo prevê que a margem operacional ajustada das suas companhia de rede (Lufthansa, Swiss e Austrian) se situe entre 7% e 9%, quando anteriormente previa 7,5% a 9,5%.

Para a subsidiária Eurowings, que inclui a Brussels e que é associada ao negócio de voos low cost a degradação é mais drástica, pois passa de uma previsão de ‘equilíbrio’, com margem zero, para prejuízos, com a margem a situar-se entre -4% e -6%.

De acordo com a imprensa internacional a divulgação destas previsões atirou as acções do grupo para terreno negativo, com a queda a chegar aos 17% antes de ajustar para os 12% por volta das 9h00 e colocou também no ‘vermelho’ as acções de concorrentes como a Ryanair, a British Airways, a Wizz Air, a Air France e a easyJet, que registavam quedas até 4,4%.

 

 

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