TAP revela que este ano só em Setembro teve crescimento da receita no Brasil

08-10-2019 (13h08)

Foto: TAP
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A TAP, que tem tido no Brasil o seu maior mercado em receita de passagens, informou hoje que Setembro foi o primeiro mês este ano em que teve crescimento da receita no mercado brasileiro.

“Destaca-se ainda que Setembro foi o primeiro mês no ano em que o mercado do Brasil teve receita maior que o ano passado”, diz o comunicado a propósito de alguns indicadores de tráfego no mês passado e no acumulado dos primeiros nove meses.

Há 18 dias, a 20 de Setembro, a companhia estava a apontar a “quebra de receitas de passagens do Brasil de EUR 43,1 milhões”, como uma das causas principais do prejuízo de 119,7 milhões de euros no primeiro semestre.

O foco da sua informação hoje à CMVM, subscrita pelo seu CFO e Representante para as Relações com o Mercado de Capitais e a CMVM, Raffael Guarita Quintas Alves, é de que os seus “números confirmam a consolidação da recuperação” que “tem registado a partir do segundo trimestre”.

Esses números indicam que em Setembro a TAP transportou 1,6 milhões de passageiros, com um aumento em 10,5% ou 155 mil em relação ao mês homólogo de 2018, e que no conjunto dos primeiros nove meses deste ano totalizou 12,9 milhões, +7,2% ou mais 868 mil que nos primeiros nove meses de 2018.

A informação da TAP mostra que o maior contributo para o aumento de passageiros no mês de Setembro foi dos voos de/para os Estados Unidos, em que teve um aumento de 30 mil, seguido das ligações com a Suíça, com mais 14 mil, Reino Unido, com mais 13 mil, Itália, com mais 12 mil, e Alemanha, também com mais 12 mil.

A informação mostra que depois estiveram as linhas do Brasil, com mais 9,6 mil, a que se seguiu a Madeira, com mais nove mil, e, depois, entre as linhas intercontinentais, para as quais a melhor avaliação é o tráfego em RPK (passageiros x quilómetros voados), mas que a TAP não revela, estiveram Cabo Verde, com mais 5,5mil, Angola, com mais três mil, e Canadá, com mais 2,1 mil.

A informação da TAP, porém, não revela se teve os aviões mais cheios ou mais vazios, pois não indica taxas de ocupação e, designadamente, se os aumentos de passageiros que indica foram superiores ou inferiores a aumentos de capacidade.

 

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