Prazo do concurso para concessão do Convento do Carmo em Moura volta a ser prolongado – Revive

16-07-2019 (16h10)

O prazo para apresentação de propostas para a concessão do Convento do Carmo, em Moura, ao abrigo do programa Revive, foi prorrogado pela segunda vez, até dia 30 de Julho.

O concurso para concessão do convento foi lançado a 14 de Dezembro de 2018 e o prazo inicial para investidores interessados apresentarem propostas de recuperação e posterior exploração do monumento tinha terminado a 16 de Abril deste ano, mas o prazo foi prorrogado, pela primeira vez, por 90 dias, até segunda-feira, dia 15 de Julho.

Hoje, fontes da Secretaria de Estado do Turismo e da Câmara de Moura disseram à Lusa que o prazo do concurso foi prorrogado por mais 15 dias, ou seja, até 30 de Julho.

O Convento do Carmo é um dos 33 imóveis inscritos no Revive, um programa conjunto dos ministérios da Economia, da Cultura e das Finanças com colaboração das autarquias abrangidas e que prevê ceder imóveis públicos a privados para serem recuperados e usados para actividades económicas.

O concurso público relativo ao Convento do Carmo, o 13.º a ser lançado no âmbito do Revive, visa a concessão do monumento para realização de obras e posterior exploração para fins turísticos, como estabelecimento hoteleiro, alojamento local ou outro projeto de vocação turística.

O Convento do Carmo, o primeiro da Ordem dos Carmelitas fundado na Península Ibérica, em 1251, é constituído pela Igreja de N. Sra. do Carmo e por um claustro, que juntos compõem um conjunto classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1944, e por um complexo conventual.

De acordo com o Revive, toda a área do convento, à excepção da igreja, vai ser afeta à concessão a privados.

Segundo a Câmara de Moura, o convento está situado no centro histórico da cidade e tem "um inestimável valor patrimonial e sentimental para os habitantes do concelho".

O Revive visa promover a requalificação e posterior aproveitamento turístico de imóveis do Estado com valor arquitetónico, patrimonial, histórico e cultural e que "não estão a ser devidamente usufruídos" e que, em alguns casos, estão "em adiantado estado de degradação".

Através de investimentos privados escolhidos por concurso, o Revive prevê recuperar imóveis para os tornar aptos para atividades económicas, nomeadamente nas áreas de hotelaria, restauração e cultura, ou outras formas de animação e comércio.

(PressTUR com Agência Lusa)

 

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