Reino Unido é cada vez mais o primeiro emissor para Cabo Verde

04-06-2019 (17h46)

O Reino Unido foi a origem de 22,4% dos turistas estrangeiros que estiveram na hotelaria de Cabo Verde e 28,4% das suas dormidas no primeiro trimestre, aumentando as suas quotas do turismo internacional no arquipélago respectivamente em 2,4 e 1,4 pontos.

A análise do PressTUR aos divulgados pelo INE de Cabo Verde indicou que o Reino Unido proporcionou mais de metade dos aumentos de hóspedes e dormidas de residentes no estrangeiro que estiveram alojados na hotelaria cabo-verdiana no primeiro trimestre.

O PressTUR concluiu que o aumento de turistas residentes no Reino Unido foi de 21,3% ou 9,2 mil, para 52,3 mil, que compara com um aumento do total de turistas estrangeiros em 8,5% ou 18,3 mil, para 233,7 mil.

Em dormidas, em que a hotelaria cabo-verdiana teve um aumento no trimestre em 4,5% ou 61 mil, para 1,4 milhões, o mercado dos residentes no Reino Unido teve um aumento em 10% ou 36,2 mil, para 397,9 mil.

O segundo mercado que mais contribuiu para o balanço positivo da hotelaria cabo-verdiana no primeiro trimestre foi Bélgica + Holanda, com mais 18,1 mil dormidas (+11%, para 183,5 mil), e seguidamente Áustria, com mais 11,5 mil (+227,9%, para 15,6 mil), e França, com mais 8,7 mil (+6,6%, para 140,9 mil).

Itália, que no passado foi o mercado internacional líder para Cabo Verde, foi no primeiro trimestre o mais penalizador do balanço do trimestre, com um decréscimo de 19,7 mil dormidas (-33,9%, para 38,6 mil).

Igualmente em que queda estiveram a Alemanha, com menos duas mil dormidas (-1,3%, para 154,1 mil), Suíça, com menos 2,1 mil (-11,2%, para 16,9 mil, e o conjunto de “outros países” não especificados, com menos 3,4 mil (-1%, para 336,4 mil).

Apesar da sua preponderância como primeiro emissor, o Reino Unido apenas foi o primeiro mercado internacional em dormidas nas ilhas do Sal e da Boavista, respectivamente com 198,7 mil e 194,4 mil.

Portugal foi líder na ilha de Santiago, com 11,7 mil, e França liderou em São Vicente, com 7,4 mil e no conjunto das restantes ilhas não especificadas, com 16,8 mil.

 

Clique para mais notícias: Cabo Verde

Clique para mais notícias: Portugal

Clique para mais notícias: África

Clique para mais notícias: Hotelaria

Share
Tweet
+1
Share
Comentários
Escrever comentário

Outras Notícias

Porto lidera aumento de dormidas na hotelaria em Julho

16-09-2019 (16h32)

O Porto foi o município com o maior aumento de dormidas em Julho, com mais 49,7 mil pernoitas que no mês homólogo de 2018 (+12,2%), mas sem pôr em causa a liderança do município de Lisboa em número de dormidas, com 1,326 milhões, que significaram 16,3% do total do país.

Quebra generalizada da estada média ‘come’ aumento de turistas alojados na hotelaria portuguesa

16-09-2019 (15h31)

O tempo médio de permanência de turistas em alojamentos turísticos portugueses caiu de forma generalizada no mês de Julho, pelo que, levando a que apesar se ter registado um aumento em 5,4% do número de hóspedes, em número de dormidas essa maior afluência de clientes traduziu-se num aumento de apenas 2,2%.

Mês de férias no Brasil ‘dá’ mais 51,7 mil dormidas ao alojamento turístico português

16-09-2019 (14h19)

Apesar das quebras de dormidas de nove dos 16 maiores emissores internacionais, a hotelaria portuguesa acabou Julho com mais 111,6 mil dormidas de turistas residentes no estrangeiros, graças nomeadamente ao aumento de 51,7 mil dormidas de residentes no Brasil, onde o mês de Julho é um dos mais fortes em turismo e viagens.

Maioria dos maiores emissores internacionais faz menos dormidas na hotelaria portuguesa em Julho

16-09-2019 (13h30)

A hotelaria portuguesa teve este mês de Julho quebras de dormidas de nove dos 16 principais emissores internacionais, as maiores das quais de turistas residentes nos Países Baixos (menos 26,5 mil), na Alemanha (menos 22,6 mil), no Canadá (menos 21 mil) e na Bélgica (menos 15 mil).

OTA de hotéis Amoma cessa e culpa “comparadores de preços”

16-09-2019 (11h08)

A agência de reservas hoteleiras Amoma, em www.amoma.com, que no ano passado teve vendas superiores a 500 milhões de euros, anunciou que cessa actividade e não terá como assegurar o respeito pelas responsabilidades contraídas para com os clientes.

Ultimas Noticias

Noticias mais lidas