Dominicana já leva mais de 13 meses seguidos de quedas das chegadas de turistas da Europa

24-05-2019 (15h38)

Foto: www.godominicanrepublic.com
Foto: www.godominicanrepublic.com

A República Dominicana teve uma queda das chegadas de turistas residentes na Europa em 2,6% este Abril, apesar de beneficiar da comparação com um Abril sem Páscoa, e completou assim 13 meses consecutivos de quedas do turismo europeu.

Dados do Banco Central da Dominicana consultados pelo PressTUR mostram que a queda de 17,8 mil turistas residentes na Europa nos primeiros quatro meses do ano se ficou a dever, principalmente, às quebras das chegadas de residentes na Alemanha, que foram menos quase oito mil (-9,7%, para 74,6 mil), Inglaterra, que foram menos 7,5 mil (-15,2%, para 41,9 mil), Suécia, com menos 4,6 mil (-47,6%, para 5,05 mil), França, com menos 4,4 mil (-4,3%, para 100,1 mil), e Espanha, com menos 2,3 mil (-5,2%, para 42 mil).

A informação evidencia, adicionalmente que a queda no mês de Abril, com um decréscimo de três mil chegadas, para 112,1 mil, deveu-se principalmente às quedas das chegadas de residentes em França (-13,3%, para 23,1 mil), em Inglaterra (-19,4%, para 13,3 mil), na Alemanha (-2%, para 18,9 mil).

O mercado que mais contribuiu para minorar o efeito destas quedas em Abril foi Itália, com um aumento em 16%, para oito mil.

No quadrimestre, os maiores aumentos foram de residentes na Rússia, com mais quase 5,5 mil (+7,3%, para 80,6 mil), na Polónia, com mais 3,07 mil (+23,8%, para 16 mil), na Ucrânia, com mais 2,5 mil (+38,6%, para 9,08 mil), em Itália, com mais 2,2mil (+7,1%, para 33,5 mil), e na Roménia, com mais mil (+59,9%, para 2,8 mil).

Apesar da evolução em baixa do mercado europeu, a Dominicana teve no primeiro quadrimestre um aumento da chegadas de turistas não residentes em 4,8% ou 112,6 mil, para 2,46 milhões, com aumentos de 3,7% ou 76,6 mil estrangeiros, para 2,157 milhões, e de 13,5% ou 35,9 mil dominicanos residentes fora do país, somando 302,5 mil.

O mercado que determinou as subidas foi o emissor nº 1 para a Dominicana, os Estados Unidos, com um aumento das chegadas em 11,6% ou 92,7 mil, para 891,1 mil, compensando a quase estagnação do 2º maior emissor, o Canadá, que terminou o quadrimestre com um aumento em apenas 0,7% (mais 3,2 mil, para 484,9 mil), nomeadamente pelo aumento nulo no mês de Abril.

A penalizar a evolução no quadrimestre estiveram ainda as quebras dos mercados argentino, com um decréscimo das chegadas em 14,4% ou 11,2 mil, para 66,8 mil, e venezuelano, com -19,3% ou menos seis mil, para 25,4 mil, que os crescimentos das chegadas da Colômbia (+13% ou mais 3,6 mil, para 31,3 mil), Chile (+6% ou mais dois mil, para 36,4 mil), Brasil (+7,4% ou mais 2,8 mil, para 40,3 mil) e Bolívia (+45,6% ou mais mil) não chegaram para compensar.

 

Clique para mais notícias: Dominicana

Share
Tweet
+1
Share
Comentários
Escrever comentário

Outras Notícias

Royal Caribbean cancela escalas em Cuba por causa de proibições dos Estados Unidos

07-06-2019 (10h09)

A Royal Caribbean alterou os seus itinerários nas Caraíbas que incluem escala em Cuba, na sequência das proibições aplicadas pelo Governo dos Estados Unidos da América.

MSC Cruzeiros cancela escalas em Cuba por causa de poibições dos Estados Unidos

06-06-2019 (19h38)

A MSC Cruzeiros vai alterar os seus itinerários nas Caraíbas que incluem escala em Cuba, na sequência das proibições aplicadas pelo Governo dos Estados Unidos da América, foi hoje divulgado pela empresa.

EUA impõem novas sanções contra Cuba proibindo viagens culturais e educacionais

05-06-2019 (18h02)

Os Estados Unidos impuseram novas sanções contra Cuba proibindo viagens culturais e educacionais em grupo para a ilha assim como a exportação de barcos e aviões privados e comerciais.

Chegadas de turistas portugueses à Dominicana ainda têm queda 29,7% no fim de Abril

24-05-2019 (15h40)

O recomeço dos voos directos de Lisboa para Punta Cana proporcionou em Abril o primeiro aumento homólogo mensal este ano das chegadas de turistas residentes em Portugal à Dominicana, mas ainda insuficiente para colmatar a quebra no primeiro trimestre, penalizado em relação a 2018 pela ‘falta da Páscoa’.

Noticias mais lidas