Governo dos Açores vende propriedade da Grená na Lagoa das Furnas

21-09-2018 (15h43)

Foto: Visit Azores
Foto: Visit Azores

O Governo dos Açores vai vender a propriedade da Grená, na Lagoa das Furnas, adquirida em 1987 pelo Estado para servir de residência de apoio às figuras de Estado que se deslocassem à região.

“O Governo dos Açores decidiu colocar à disposição da iniciativa privada a propriedade da Grená, na margem da Lagoa das Furnas, no concelho da Povoação, em São Miguel, considerando o seu potencial turístico”, informa um comunicado do executivo açoriano.

Em Agosto de 2015, num despacho publicado em Jornal Oficial, o Governo açoriano anunciou que iria tomar posse de três imóveis do Estado no arquipélago, um deles a propriedade da Grená, adquirida para ser residência das figuras de Estado que visitassem o arquipélago.

A propriedade, adquirida pelo Estado em Junho de 1987, inclui um parque densamente arborizado, um curso de água atravessado por uma ponte, um jardim e um palacete construído por um antigo cônsul inglês na década de 50 do século XIX.

Ao longo dos anos foram feitos vários alertas públicos a chamar a atenção para o avançado estado de degradação do imóvel.

Na nota divulgada hoje, o executivo açoriano sublinha que, “face à evolução do mercado imobiliário registada, em particular, no último ano, com o aumento da procura de imóveis e a preferência revelada por parte dos empresários pela aquisição das propriedades em que realizam projectos de investimento, a região decidiu alienar o denominado 'prédio da Grená'".

De acordo com o Governo Regional, a decisão de venda em hasta pública, que decorre de hoje até 24 de Outubro, “integra-se na estratégia de promoção da diversificação do investimento e do reforço da competitividade das actividades económicas da região, nomeadamente no sector do turismo”.

“A propriedade da Grená foi adquirida pelo Estado em 1987 sem que, contudo, tivesse qualquer utilização até a região ter tomado posse deste imóvel”, assinala a informação.

O Governo açoriano frisa que “a região, atenta ao significativo crescimento do sector do turismo, tem procedido à alienação em hasta pública de várias propriedades, sem utilização de interesse público, para efeitos de investimento privado”, contribuindo também para “gerar mais oportunidades de criação de riqueza e de emprego”.

(PressTUR com Agência Lusa)

 

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