Governo prorroga prazo de concurso Revive para concessão de Convento em Moura

18-04-2019 (09h07)

Foto: revive.turismodeportugal.pt
Foto: revive.turismodeportugal.pt

O Governo prorrogou para 15 de Julho o fim do prazo para apresentação de propostas do concurso público para a concessão do Convento do Carmo, em Moura, ao abrigo do programa Revive, disse hoje fonte da Secretaria de Estado do Turismo.

O Governo lançou o concurso público para concessão do Convento a 14 de Dezembro de 2018 e o prazo inicial para investidores interessados apresentarem propostas de recuperação e posterior exploração do monumento terminou na passada terça-feira.

O prazo do concurso público para apresentação de propostas “foi prorrogado por 90 dias”, ou seja, até dia 15 de Julho, disse à agência Lusa a fonte da Secretaria de Estado do Turismo.

O Convento do Carmo é um dos 33 imóveis inscritos no programa Revive, dos Ministérios da Economia, da Cultura e das Finanças com a colaboração das autarquias abrangidas e que prevê ceder imóveis públicos a privados para serem recuperados e usados para actividades económicas.

O concurso público relativo ao Convento do Carmo, o 13.º a ser lançado no âmbito do Revive, visa a concessão do monumento para realização de obras e posterior exploração para fins turísticos, como estabelecimento hoteleiro, de alojamento local, na modalidade de estabelecimento de hospedagem ou outro projecto de vocação turística.

O Convento do Carmo, o primeiro da Ordem dos Carmelitas fundado na Península Ibérica, em 1251, é constituído pela Igreja de N. Sra. do Carmo e por um claustro que, juntos, compõem um conjunto classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1944, e por um complexo conventual.

De acordo com o Revive, toda a área do convento, à excepção da igreja, vai ser afecta à concessão a privados.

Segundo a Câmara de Moura, o Convento, situado no centro histórico da cidade, tem “um inestimável valor patrimonial e sentimental para os habitantes do concelho”.

O Revive visa promover a requalificação e posterior aproveitamento turístico de imóveis do Estado com valor arquitectónico, patrimonial, histórico e cultural que “não estão a ser devidamente usufruídos” e que, em alguns casos, estão mesmo “em adiantado estado de degradação”.

Através de investimentos privados escolhidos por concurso, o Revive prevê recuperar imóveis para os tornar aptos para actividades económicas, nomeadamente nas áreas de hotelaria, restauração e cultura, ou outras formas de animação e comércio.

 

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