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| Ryanair ganha caso de screen-scraping na Holanda |
Presstur 29-07-2010 (18h47)
A low cost Ryanair congratulou-se com a decisão de um tribunal Utrecht,
Holanda, de proibir a Wegolo de capturar informação do seu site para
vender voos.
“A vitória de hoje nos tribunais holandeses é mais um marco na luta da Ryanair contra screencrapers e revendedores. Sites tais como a Wegolo têm conseguido escapar durante demasiado tempo com esta revenda não autorizada de bilhetes Ryanair com taxas adicionais, que os clientes não têm de pagar se fizerem a reserva directamente com a Ryanair”, comentou Daniel de Carvalho, responsável de comunicação da low cost. Daniel de Carvalho, citado em comunicado da low cost, afirmou ainda que esta decisão, como as que foram tomadas no mesmo sentido por tribunais da Alemanha, Irlanda e Reino Unido, mostram que “os tribunais Europeus apoiam a Ryanair na luta de defesa ao consumidor contra o uso não autorizado do site da Ryanair”. O executivo diz ainda também que a low cost se dispõe a acordos que permitam mostrar informação sobre os preços, “sem revenda”, e que a licença tem o custo de cem euros, “para a caridade”. O comunicado da Ryanair diz que o tribunal de Utrecht decidiu que a “extracção de dados do site da Ryanair violava a lei Holandesa dos direitos de autor” e que a Wegolo podia “ter um impacto negativo no site da Ryanair”, bem como “danificar a reputação da Ryanair por oferecer as tarifas mais baixas da Europa”. O comunicado diz também que “a Wegolo deve agora devolver os lucros obtidos sem licença e de forma ilegal e pagar à Ryanair os custos e danos causados”.
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