EUA repõe restrições a viagens a partir do espaço Schengen, Reino Unido, Irlanda e Brasil

26-01-2021 (12h05)

Foto: Unsplash / Joey Csunyo
Foto: Unsplash / Joey Csunyo

País exige teste negativo a todos os passageiros incluindo norte-americanos

A nova administração dos Estados Unidos vai repôr as restrições a viagens a países do espaço Schengen, Reino Unido, Irlanda e Brasil para travar a expansão da pandemia de covid-19, anunciou a Casa Branca.

"O Presidente decidiu manter as restrições que existiam anteriormente para o espaço Schengen, Reino Unido, República da Irlanda, e Brasil", anunciou a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaku, através de um comunicado, citado pela Agência Lusa.

À lista, Joe Biden acrescentou ainda a África do Sul, que não fazia parte, anteriormente, do conjunto de países com restrições de entrada nos EUA que o ex-Presidente Donald Trump levantou antes de abandonar o cargo, em 20 de janeiro.

As restrições deveriam ser levantadas a partir de hoje, terça-feira, 26 de Janeiro.

A proibição de passageiros provenientes da União Europeia e do Reino Unido foi imposta por Donald Trump em Março e a do Brasil em Maio.

Em 18 de Janeiro, dois dias antes de deixar a Casa Branca, Donald Trump decidiu manter em vigor apenas as restrições de viagem a passageiros procedentes da China e do Irão.

Quando a ordem de Donald Trump foi conhecida, a actual porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, disse na sua conta na rede social Twitter que, com o agravamento da pandemia e o surgimento de variantes mais contagiosas em todo o mundo, "este não é o melhor momento para levantar restrições a viagens internacionais".

"A administração não pretende levantar estas restrições em 26 de janeiro", antecipou a actual porta-voz.

Além disso, os Estados Unidos exigem a partir de hoje um teste covid-19 negativo para todos os passageiros aéreos antes de voarem para o país, incluindo os norte-americanos.

Veja também:
Quarentena será obrigatória para quem chegar de avião aos EUA

A medida, anunciada pelo Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) em 12 de Janeiro, também estabelece a recomendação de submissão a um novo teste três a cinco dias após a chegada ao país e permanecer em quarentena em casa durante sete dias após a viagem.

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