Agências de viagens do Rio de Janeiro divulgam recomendações face a surto de dengue

26-03-2008 (04h33)

Mas “não há motivo para alarde”, diz presidente da ABAV - RJ

O presidente da associação das agências de viagens do Rio de Janeiro, ABAV – RJ, solicitou aos associados e agências de viagens, especialmente as que trabalham com a recepção de turistas, que “orientem seus clientes a evitar as áreas com maior incidência e que adoptem o uso de repelentes”, noticiou o “Panrotas” online (em www.panrotas.com.br).

A solicitação é motivada pelo “aumento no número de casos de dengue no Rio de Janeiro”, embora o presidente da ABAV – RJ, Luiz Strauss de Campos, também faça notar que “não há motivo para alarde” e que “não foi registado nenhum caso de turista contaminado com a doença”.
“A maioria dos casos está localizada na zona Oeste (região de Jacarepaguá, Barra e Recreio) e baixada fluminense”, justifica Luiz Strauss de Campos em mensagem publicada pelo “Panrotas”
Ainda assim, acrescenta o presidente da ABAV - RJ, a entidade considera necessário que o turista “receba instruções, principalmente no que diz respeito aos sintomas da doença”.
A informação começa por indicar que as zonas com “maior incidência da doença” são a Zona Portuária, Botafogo, Tijuca, Baixada Fluminense, Jacarepaguá, Recreio e Barra da Tijuca.
Sobre os sintomas da doença, a mensagem indica que a pessoa infectada com “dengue clássica” tem “febre alta (39° a 40°C), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos, manchas vermelhas na pele, dor abdominal (principalmente em crianças), entre outros sintomas”.
Nesta variante, acrescenta, os sintomas “duram até uma semana”, mas “após este período, a pessoa pode continuar sentindo cansaço e indisposição”.
Sobre a dengue hemorrágica, a informação indica que “é uma doença grave e se caracteriza por alterações da coagulação sanguínea da pessoa infectada”.
A mensagem refere que na fase inicial a dengue hemorrágica assemelha-se à dengue clássica, “mas, após o terceiro ou quarto de evolução da doença, surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pelo e nos órgãos internos”.
“A dengue hemorrágica pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas”, acrescenta, e termina com o aviso que “se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte”.


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