Aposta da PortugalRes foi conseguir surpreender visitantes mais exigentes que ‘turistas normais’

30-10-2013 (17h36)

Francisco Sá Nogueira, sobre o Confly em Lisboa (1)

A PortugalRes foi a agência de viagens escolhida pela Flytour para a recepção em Portugal aos seus franchisados, que termina hoje com um jantar no Palácio Nacional de Queluz, epílogo de um programa que, como explica Francisco Sá Nogueira, líder da agência, apostou em conseguir surpreender um grupo que se sabia de antemão serem “mais intensos e críticos” que os turistas normais.

“Nós sabemos que os nossos colegas são bem mais exigentes quando viajam do que os turistas, digamos, normais. Não só porque têm experiência, como porque estão sempre a avaliar, a medir e a testar a performance com que trabalhamos”, situa Francisco Sá Nogueira, para realçar a exigência do projecto que lhe foi colocado, bem como aos parceiros que colaboraram, entre os quais destaca o Turismo de Lisboa, a TAP, o Sana Epic Lisboa, que foi o hotel base da Convenção, a Parques de Sintra, o grupo Estremadura, o Hotel Corinthia e o Mundial.



PressTUR: Como surgiu o projecto de receber a Confly na sua primeira reunião fora do Brasil?
Francisco Sá Nogueira: A PortugalRes tem uma relação estreita com os seus parceiros (preferimos designar por parceiros em vez de clientes) e desde o princípio que aceitámos o desafio da Flytour Viagens, que era uma operação nascente no grupo Flytour, no sentido de desenvolver o destino Portugal, tendo consciência da dificuldade que é fazer nascer projectos novos, mesmo dentro de um grande grupo.
A empresa está a fazer o seu caminho e a aposta no destino Portugal mantém-se no plano do desejo, sendo que no imediato ainda não foram realizados os objectivos que ambas as partes se propuseram atingir.
A oportunidade de realizar esta convenção aqui foi um desafio que nos foi colocado há mais de um ano, na ABAV de 2012, pela Flytour Viagens, reforçado pelo desafio do próprio Eloi de Oliveira, fundador da Flytour, e pelo Ricardo Urano, que é o presidente do conselho de franchisados.

PressTUR: Que a PortugalRes aceitou na perspectiva de mostrar o destino...
Francisco Sá Nogueira: Pareceu-nos uma excelente oportunidade para, ao trazer aqui cerca de 120 franchisados da rede Flytour, apresentar o País e, sobretudo, reforçar o relacionamento da operadora [Flytour Viagens] com a própria rede, que é ainda uma realidade que começa agora a consolidar-se, mas que também demorou tempo a progredir.

PressTUR: Mas não se trata de gente que já conhecia Portugal?
Francisco Sá Nogueira: Uma das coisas que verificámos, embora já o soubéssemos, porque temos vindo a verificar isso continuamente, é que a maior parte dos franchisados que estão aqui nesta convenção nunca tinha vindo a Portugal ou, se vieram, foi há largos anos e o país, de facto, mudou e é essencial ser apresentado nesta nova faceta, nesta nova imagem.

PressTUR: Mostrar o Portugal moderno?
Francisco Sá Nogueira: Procurámos através das nossas relações locais com os nossos parceiros de negócios oferecer um programa, enfim, que é isso que procuramos sempre fazer, de grande qualidade.
Conseguimos fazê-lo com a colaboração desde transportadores até aos hotéis e ao próprio Turismo de Lisboa, que desde o princípio abraçou este projecto e nos apoiou nesta iniciativa. E, portanto, conseguimos fazer aqui um programa de grande qualidade. O pouco que já foi feito, que foi a própria convenção, de que estamos no primeiro dia [na segunda-feira], e o primeiro passeio que fizemos que fizemos com os franchisados e com os participantes do congresso, que foi a Sintra e a Cascais foi um sucesso. A impressão que temos recebido é a melhor, pelo destino, pela qualidade com que têm sido recebidos e por toda a abertura que eles sentem da própria população em geral na relação com o turismo.
E isso é que é importante fazer, que todo o país se mobilize para o turismo. Nós estamos a fazer a nossa parte, mas é também importante que a própria população em geral perceba quão importante é o turismo para o país, o papel relevante que ele pode desempenhar na solução do nosso problema económico e, sobretudo, mobilizarmo-nos para receber bem quem nos visita e quem nos pode ajudar de facto a sair desta situação económica crítica em que nos encontramos.

Continua em:
Mostrar aos franchisados da Flytour que Portugal oferece relação custo-benefício “incomparável”


Eloi de Oliveira: “Ah!, e o mais importante: tem segurança”

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