Azores Airlines (SATA Internacional) foi a pior do ranking de pontualidade da OAG em Agosto

06-09-2019 (14h55)

Foto: SATA Azores Airlines
Foto: SATA Azores Airlines

TAP foi a 6ª pior do mês e SATA Air Açores a 10ª pior

A companhia de aviação açoriana Azores Airlines (anteriormente denominada SATA Internacional) teve o pior índice de pontualidade do ranking de Agosto da consultora OAG, com apenas um terço (33,3%) dos voos a chegarem até 15 minutos da hora anunciada.

A informação da consultora indica que além da Azores Airlines as outras duas maiores companhias regulares portuguesas também ficaram entre as dez piores do mês, com a TAP a ter o 6º pior índice do mês e a SATA Air Açores, o 10º.

A OAG indicou para a TAP 53,3% dos voos a chegarem até 15 minutos da hora prevista e para a SATA Air Açores, 54,6%.

A OAG classificou a TAP como 54ª maior do seu ranking de Agosto em número de voos, com 12.935, a SATA Air Açores ficou em 196ª, com 1.884 voos, e a Azores Airlines ficou em 252ª, com 836 voos.

A informação da OAG indica ainda 1,1% de cancelamentos para a TAP, 0,6% para a SATA Air Açores e 4,1% para a Azores Airlines.

A American Airlines, listada como nº 1 mundial em número de voos, com 209.264 em Agosto, teve 75,3% das chegadas até minutos da hora anunciada, a Delta Airlines, nº 2, com 180.022 voos, teve 82% e foi a melhor do Top10 onde, com mais de 80% se encontram mais duas companhias, a Ryanair (76.370 voos), com 81,3%, e a Southwest (118.881 voos), com 81,1%.

O pior índice de pontualidade no Top10 em número de voos foi o da easyJet (59.014 voos), com 63,6%, seguida pela Air Canadá (52.185 voos), com 66,2%, e pela China Eastern (73.149 voos), com 66,9%

Já com índices acima de 70%, mas abaixo de 80%, no Top10 estiveram a Turkish Airlines (44.307 voos), com 74,9%, a United Airlines, 3º maior (157.367 voos), com 74,7%, e a Lufthansa German Airlines (46.805 voos), com 73,6%.

A melhor em pontualidade entre as companhias com mais de dez mil voos no mês de Agosto foi a Garuda Indonesia (13.398 voos), com 95,3% das chegadas até 15 minutos da hora anunciada, Copa Airlines (10.421 voos), com 93,4%, LATAM Airlines Group (42.856 voos),com 89,1%, Aeroflot (32.928 voos), com 89%, KLM (23.148 voos), com 85,4%, Azul (25.384 voos), com 84,7%, e Aerolíneas Argentinas (10.730 voos), com 83,9%.

 

Para ler mais clique:

Nenhum aeroporto português conseguiu em Agosto ficar nos mil melhores em pontualidade

 

Clique para mais notícias: OAG

Clique para mais notícias: TAP

Clique para mais notícias: SATA

Clique para mais notícias: Aviação

Share
Tweet
+1
Share
Comentários
Escrever comentário

Outras Notícias

Pandemia de covid-19 ‘tira’ 1.200 milhões de euros de receitas ao grupo Lufthansa no 1º trimestre

03-06-2020 (09h23)

O grupo Lufthansa, nº 1 europeu da aviação comercial, comunicou hoje uma quebra de receitas no primeiro trimestre que atinge 1.200 milhões de euros pelo “drástico decréscimo do tráfico aéreo” devido à pandemia de covid-19.

Etihad Airways lança programa Etihad Wellness

02-06-2020 (17h58)

A companhia aérea Etihad Airways lançou o programa e guia de saúde e higiene para clientes Etihad Wellness.

Aviação já vai ganhando ‘altitude’ e Wizz Air sobressai

02-06-2020 (17h35)

A aviação mundial dá claros sinais de estar a levantar voo, que se traduz num aumento esta semana dos lugares disponíveis em cerca de 16%, de acordo com a consultora OAG, que não deixa de notar que se a comparação for com a semana homóloga de 2019, então a quebra ainda é dramática.

Air Europa retoma a 15 de Julho ligações com Lisboa, Porto e 15 destinos intercontinentais

02-06-2020 (17h31)

A Air Europa vai retomar as ligações com Lisboa e Porto, com voos diários de Madrid, no dia 15 de Julho, o mesmo dia em que tem programado voltar a operar 15 rotas intercontinentais a partir da capital espanhola.

Abril foi pior mês de sempre para as agência corporate brasileiras, ABRACORP

02-06-2020 (15h46)

As agências corporate brasileiras tiveram em Abril uma “queda sem precedentes” da sua actividade, informou ontem a sua associação, a ABRACORP, que enfatiza que se tratou de uma queda que “supera até mesmo os dados das semanas que sucederam ao fatídico atentado às torres gémeas, em 2001, nos EUA”.

Opinião e Análise