Emirates poderá levar até quatro anos a reconstruir a sua rede de voos
O presidente da Emirates, Tim Clark, disse hoje que a companhia poderá levar até quatro anos a reconstruir a sua rede de voos, que foi dizimada pela pandemia do novo coronavírus.
“Acho que provavelmente até 2022/23, 2023/24 veremos as coisas voltarem a um certo grau de normalidade e a Emirates estará a operar a sua rede como era e esperemos que com tanto sucesso quanto tinha”, afirmou Tim Clark numa entrevista citada pela Reuters.
A Emirates, de acordo com a agência noticiosa, voava para
157 destinos em 83 países, entre eles Portugal, antes de suspender as operações
em Março devido à pandemia da covid-19.
A companhia aérea anunciou ontem a intenção de suprimir
postos de trabalho, em consequência da pandemia da covid-19, sem especificar
quantos.
"Examinámos todos os cenários possíveis para manter as
nossas operações comerciais, mas chegámos à conclusão de que, infelizmente,
temos de dizer adeus a algumas das pessoas maravilhosas que trabalharam para
nós", avançou a transportadora num comunicado.
A Emirates, que emprega cerca de 100.000 pessoas, opera uma
frota de 270 aeronaves de grande widebody e já tinha decidido, em Março,
aplicar uma redução temporária de 25% a 50% nos salários base da maioria dos
seus funcionários.
“Estamos a reavaliar, continuamente, a situação e teremos de
nos adaptar a este período de transição”, avançou a empresa em comunicado
divulgado ontem, destacando que “a actual pandemia teve impacto em muitas
indústrias em todo o mundo".
(PressTUR com Agência Lusa)
Ver também:
Tim Clark deixa Emirates em Junho
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