Quebra de passageiros nos aeroportos espanhóis ultrapassa 149 milhões até Setembro

14-10-2020 (15h14)

Foto: Nils Nedel / Unsplash
Foto: Nils Nedel / Unsplash

Os aeroportos espanhóis têm no final de Setembro uma queda média de passageiros em 69,7%, que significa uma quebra de 149,07 milhões, ficando em 64,87 milhões.

Os dados da AENA, gestora dos aeroportos espanhóis, indicam que só no mês de Setembro a queda foi de 21,68 milhões de passageiros, com especial incidência em voos internacionais.

A empresa especificou em comunicado que em voos comerciais os seus aeroportos tiveram um total de 5,43 milhões de passageiros, 3,47 milhões deles em voos domésticos, com uma quebra em 56%, e 1,959 milhões em voos internacionais, nos quais a quebra atingiu 89,8%.

A informação mostra também que a quebra de 21,68 milhões de passageiros em Setembro foi com quebras de 4,58 milhões em Madrid (-82,3%, para 985 mil, de 4,26 milhões em Barcelona (-83,5%, para 844,4 mil), e de 3,25 milhões em Palma de Maiorca (-86,4%, para 513 mil).

Quebras superiores a um milhão de passageiros ocorreram ainda em Setembro nos aeroportos de Málaga, que teve menos 1,66 milhões (-81,9%, para 366,3 mil), e Alicante, que teve menos 1,29 milhões (-83,4%, para 256,9 mil).

Nos nove meses de Janeiro a Setembro, a quebra de 149,07 milhões de passageiros (-69,7%, para 64,87 milhões) foi com quebras acima da dezena de milhões em quatro aeroportos, de 31,9 milhões em Madrid (-68,5%, para 14,69 milhões), de 29,55 milhões em Barcelona (-72,6%, para 11,14 milhões), de 19,57 milhões em Palma de Maiorca (-78,8%, para 5,27 milhões) e de 11,21 milhões em Málaga (-71,5%, para 4,46 milhões).

As restantes maiores quebras ocorrem em Alicante, que está com menos 8,55 milhões de passageiros (-72,4%, para 3,25 milhões), Gran Canária, com menos 5,58 milhões (-57,2%, para 4,17 milhões), Ibiza, com menos 5,22 milhões (-74,3%, para 1,8 milhões), Valência, com menos 4,38 milhões (-66,9%, para 2,16 milhões), Sevilha, com menos 3,64 milhões (-64,4%, para 2,01 milhões), Lanzarote, com menos 3,47 milhões (-62,8%, para 2,06 milhões), e Bilbau, com menos 3,08 milhões (-68,2%, para 1,44 milhões).

 

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