TAP baptiza novo A321 LR com nome de Roberto Ivens

12-02-2020 (15h42)

A TAP baptizou o seu novo A321 Long Range (LR) com o nome de Roberto Ivens, numa “homenagem ao marinheiro português que conduziu as explorações portuguesas no continente africano no século XIX”.

O avião, com matrícula CS-TXD, foi baptizado esta terça-feira. O A321 LR é um modelo de avião apresentado pela TAP como um aparelho que “alia o conforto e a autonomia de um avião de longo curso a uma aeronave narrow body com capacidade para operar rotas transatlânticas”, para o Nordeste do Brasil e para a América do Norte.

Num comunicado, a companhia diz que “Roberto Ivens nasceu a 12 de Junho de 1850 em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, nos Açores. Aos 11 anos foi admitido na Escola da Marinha, em Lisboa, e com 20 anos terminou o curso com as mais altas distinções, começando assim a sua carreira como militar da Marinha portuguesa. Já aos 22 anos, Ivens embarcou, pela primeira vez, para o continente que se tornou a sua grande paixão: África”.

Em 1877, prossegue a nota de imprensa, Roberto Ivens “foi nomeado para dirigir a primeira expedição científica ao interior do continente africano, juntamente com Hermenegildo Capelo e Serpa Pinto, com o intuito de recolher informações geográficas que facilitassem o comércio e as comunicações”.

“O sucesso da primeira expedição levou o parlamento português da época a aprovar uma segunda viagem, desta vez dirigida apenas por Ivens e Hermenegildo Capelo, com início em 1884”, que tinha como missão “ligar Angola à Contra Costa, uma vez que na primeira exploração tinham percorrido metade do continente na horizontal”.

A nota de imprensa sublinha que “foi Roberto Ivens que, graças à sua bravura e ao seu talento artístico, deu a conhecer a Portugal um continente até então misterioso, através da escrita e do desenho, chegando até a ser condecorado pela Ordem Militar de S. Tiago pelo seu mérito científico, militar e artístico”.

A TAP diz ainda que “as viagens feitas por Roberto Ivens fizeram dele um herói nacional e abriram as portas da História portuguesa, contribuindo para a consolidação do Império português”.

 

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