Barceló regressa à Tunísia com resort de 4-estrelas em Sousse

06-05-2019 (11h06)

O Barceló Hotel Group anunciou o seu regresso à Tunísia, depois de dez anos de ausência, com a gestão de um resort de 4-estrelas com 240 quartos na primeira linha de praia, o Occidental Sousse Marhaba.

O hotel, propriedade da família Driss, será gerido pela Barceló a partir de Novembro deste ano, segundo indica a empresa num comunicado.

A oferta do resort inclui restaurante buffet, bares na piscina e no lobby, um beach club e um café de estilo francês, uma piscina exterior com zona para crianças e uma piscina interior, um Spa com ginásio, seis campos de ténis e um campo de mini-golfe, entre outras instalações.

O Occidental Sousse Marhaba integra o complexo Marhaba Resort, que inclui outros hotéis “que por agora não serão comercializados pelo Barceló Hotel Group”.

Jaime Buxó, director-geral de Desenvolvimento de Negócio do Barceló Hotel Group, afirmou em comunicado que “é um prazer regressar a um destino tão completo, com tanto potencial e tão procurado nos últimos anos pelos nossos principais mercados emissores”.

Mas, acrescentou Jaime Buxó, “é sobretudo um prazer fazê-lo pela mão da família Driss, uma referência de sucesso no panorama turístico tunisino”, pelo que estão “seguros de que a qualidade dos seus produtos e a nossa experiência em gestão hoteleira, garantida por mais de 80 anos de história, fará com que esta aliança, que começa a partir de Novembro, obtenha resultados muito bons para todos”.

O executivo acrescentou ainda que o grupo está a analisar “novos projectos com outros sócios locais”, uma vez que o objectivo é “alcançar uma posição destacada no renascer turístico da Tunísia” e quer fazê-lo “pela mão das empresas mais importantes do país”.

Meriem Driss, por sua vez, mostrou-se honrada pela assinatura deste acordo entre os grupos hoteleiros Marhaba e Barceló, afirmando que “esta aliança e a nossa relação de confiança mostram a afindade que existe entre as nossas actuais estratégias, e a vontade de dar maior relevância às políticas internacionais de desenvolvimento”.

“Além da cooperação económica e estratégica, a escolha do parceiro respondeu ao facto de que os nossos respectivos fundadores partilham a mesma visão e têm valores comuns”, acrescentou Meriem Driss.

 

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