Governo vai reabrir linha de crédito com garantia do Estado de 400 milhões de euros

15-01-2021 (13h27)

O Governo vai reabrir a linha de crédito com garantia do Estado para as empresas mais afectadas pelo novo confinamento, disponibilizando para já 400 milhões de euros, disse o ministro de Estado e da Economia, Siza Vieira.

O anúncio foi feito ontem em Lisboa, numa conferência de imprensa conjunta com a ministra da Cultura, Graça Fonseca, de apresentação de medidas de apoio às empresas na sequência do novo confinamento geral que se iniciou às 00h00 de hoje, sexta-feira.

Pedro Siza Vieira disse ainda que "a partir de segunda-feira" estará disponível na banca a linha de crédito específica para as empresas exportadoras e para as que prestam serviços no sector dos eventos.

"Além de termos deliberado reabrir a linha de crédito garantida pelo Estado para as empresas dos sectores mais afectados, num valor para já de 400 milhões de euros, teremos também já no sistema bancário a partir de segunda-feira a linha de crédito para as empresas exportadoras e a linha de crédito para as empresas se dediquem à prestação de serviços no setor dos eventos", disse Siza Vieira.

Estas linhas permitem a conversão de 20% do valor do crédito em subsídio a fundo perdido, no caso de manutenção dos postos de trabalho no final de 2021, explicou o ministro da Economia.

Entre os apoios às empresas, Pedro Siza Vieira anunciou ainda que os apoios a fundo perdido previstos no programa Apoiar vão ser alargados, o montante reforçado e o pagamento da segunda tranche será antecipado para avançar a partir de dia 18.

Segundo o ministro, desde final de Novembro, quando foi lançado e até agora, foram já apoiadas 41 mil empresas com apoios aprovados no valor de 375 milhões de euros a fundo perdido no âmbito do Apoiar.

As empresas podem ainda voltar a aderir ao lay-off simplificado ou ao apoio à retoma e "estará disponível a partir do final deste mês o regime de apoio simplificado para as microempresas, em alternativa ao apoio à retoma" que corresponde a dois salários mínimos (1.330 euros) por cada posto de trabalho, disse o ministro.

Ver também:

Empresas não precisam provar queda de facturação para aceder ao lay-off simplificado

 

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