NCL tem “Portugal no radar como mercado emissor e como destino”

23-02-2021 (19h29)

A Norwegian Cruise Line (NCL), que antes da pandemia de covid-19 estava a investir em Portugal como destino e mercado emissor para os seus cruzeiros, vai continuar a investir no seu crescimento no país, anunciaram hoje os directores da companhia Kevin Bubolz e Jürgen Stille numa conferência de imprensa online.

“Era um dos mercados em que estavamos a focar-nos mais”, enfatizou Kevin Bubolz, managing director da NCL para a Europa, destacando que teve “um crescimento muito bom antes da pandemia”.

“Temos Portugal no radar como mercado emissor e como destino (...) e estamos muito confiantes de que podemos recomeçar onde ficámos antes da pandemia”, sublinhou o executivo.

Sobre as reservas do mercado português, Kevin Bubolz destacou que acompanham a tendência de outros mercados, designadamente com um abrandamento para este ano e com aumento exponencial das vendas para 2022 e 2023. “Como normalmente não abrimos reservas para datas tão distantes, estamos muito acima do que normalmente estaríamos para viagens dois anos mais tarde”, explicou o executivo.

Os cruzeiros da NCL mais procurados pelos portugueses são à partida de Barcelona a bordo do navio Norwegian Epic, no Verão. No Inverno, as Caraíbas são um destino clássico, indicaram os responsáveis da companhia.

A programação da NCL para este ano, ainda sujeita a alterações, prevê para Novembro três cruzeiros Lisboa-Lisboa e um Lisboa-Rio de Janeiro, com escala nos Açores, a bordo do navio Norwegian Star, avançou por sua vez Jürgen Stille, senior director Business Development da NCL para a Europa.

Os responsáveis destacaram também que a companhia de cruzeiros tem vindo a implementar uma série de medidas de segurança para pervenir infecções pelo novo coronavírus a bordo dos navios, desde mudança de filtros de ar à formação dos tripulantes.

Kevin Bubolz sublinhou que a implementação destas medidas, definidas por um grupo de especialistas antes de existirem vacinas contra a covid-19, permite operar um cruzeiro com segurança e, por isso, a companhia não planeia ainda tornar a vacina obrigatória para passageiros.

Ver também:

NCL cria plataforma para agentes de viagens que permitirá “regressar em força” às vendas

 

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