Paço Real de Caxias vai ser hotel do grupo Turim

27-01-2020 (14h17)

Foto: www.turismodeportugal.pt
Foto: www.turismodeportugal.pt

O Paço Real de Caxias, edifício que data do século XVII, utilizado por D. Pedro V como residência de férias da família real, vai ser uma unidade hoteleira de 120 quartos do grupo Turim Hotels.

O concurso para a reabilitação do Paço Real de Caxias foi concluído e o projecto para a construção de um hotel com 120 quartos foi adjudicado a uma empresa do grupo Turim Hotels.

Segundo um comunicado do gabinete do ministro de Estado, da Economia e Transição Digital enviado à agência Lusa, este concurso realizou-se no âmbito da 12.ª adjudicação do Programa Revive e o valor anual da renda a pagar pela adjudicatária é de 216 mil euros.

A empresa já apresentou os documentos de habilitação, que foram aceites pelo Turismo de Portugal, estando agora reunidas as condições para ser assinado o contrato de concessão dos edifícios.

O Paço Real de Caxias, situado em Oeiras, possui uma localização em frente à linha de costa, foi construído em meados do século XVII, por iniciativa do Infante D. Francisco de Bragança, e veio a ser concluído pelo rei D. Pedro V, que o utilizou como residência de férias da família real.

Inicialmente incluía a quinta, os jardins geométricos de influência francesa, inspirados nos do Palácio de Versalhes, e a cascata da segunda metade do século XVIII. Destacam-se ainda diversas esculturas nos jardins, os tectos pintados e os azulejos azuis e brancos na fachada do edifício principal.

A área bruta total de construção é cerca de 5.816,93 metros quadrados, que permitirá a instalação de um hotel com cerca de 120 quartos neste local classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1953.

Este foi o 12.º imóvel a ser adjudicado no âmbito do Programa Revive, uma iniciativa conjunta das áreas governativas da Economia, Cultura e Finanças, com a colaboração das autarquias locais.

Até ao momento foram lançados concursos relativos a 20 imóveis, encontrando-se aberto o concurso para a concessão do Palacete dos Condes Dias Garcia, em S. João da Madeira, integrado já na 2.ª fase deste programa. Brevemente será lançado o concurso da concessão do Forte da Barra de Aveiro, em Ílhavo, refere o comunicado do gabinete do ministro Adjunto, da Economia e Transição Digital.

As 12 concessões adjudicadas no Revive representam mais de 100 milhões de euros de investimento privado na recuperação de imóveis públicos e mais de dois milhões de euros em rendas anuais, acrescenta.

(PressTUR com Agência Lusa)

Clique para ver mais: Cá Dentro

Clique para ver mais: Hotelaria

Share
Tweet
+1
Share
Comentários
Escrever comentário

Outras Notícias

Pandemia ‘destruiu’ cerca de 20 milhões de dormidas no alojamento turístico português até Junho

03-08-2020 (14h59)

A pandemia provocou uma quebra de dormidas no alojamento turístico português que se situa na ordem dos 20 milhões, de acordo com os dados divulgados hoje pelo INE, que indica 1,07 milhões de pernoitas no mês de Junho, elevando para 10,5 milhões o total no semestre.

Lufthansa programa ter este Agosto 60 voos por semana dos seus hubs para Portugal

03-08-2020 (13h17)

A companhia alemã Lufthansa, líder do maior grupo aéreo europeu, tem programado para este mês de Agosto fazer 60 voos por semana dos seus hubs de Frankfurte e Munique aeroportos portugueses.

Portugueses proporcionam “ligeira melhoria” em Junho da actividade turística em Portugal

03-08-2020 (11h21)

O mercado dos residentes em Portugal, proporcionou ao turismo um mês de Junho ‘ligeiramente' menos negativo que os anteriores, informou hoje o INE, que indicou que uma queda das suas dormidas no alojamento turístico duas décimas menor que os 60%, enquanto da parte do turismo internacional a queda manteve-se acima dos 95%.

ACI, A4E e IATA dizem que os governos prejudicam mais do que ajudam

31-07-2020 (17h15)

As associações comerciais representativas de aeroportos e companhias aéreas europeias ACI, A4E e IATA acusaram hoje os governos europeus de terem “uma abordagem inconsistente das restrições de viagem”.

Air Canada anuncia perdas de 1,1 mil milhões de euros no 2º trimestre

31-07-2020 (16h44)

A Air Canada anunciou hoje que perdeu mais de 1,7 mil milhões de dólares canadianos (1,1 mil milhões de euros) no segundo trimestre, devido aos "efeitos devastadores" da pandemia de covid-19.

Opinião e Análise