Parques e monumentos da Parques de Sintra tiveram quase dois milhões de visitantes em 2014
+13% que em 2013
Os parques monumentos sobe gestão da Parques de Sinta somaram 1,928 milhões de visitantes em 2014, +13% que em 2013, com o Parque e Palácio Nacional da Pena, líder em visitantes, a ter um aumento de aproximadamente 14%, para 889 mil.
O Parque e Palácio Nacional da Pena foi assim um dos locais mais visitados em Portugal, afirma a Parques de Sintra, que relativamente às nacionalidades dos visitantes avançou que 86% são estrangeiros, principalmente espanhóis (16%) e franceses (14%), mas com aumento “digno de nota” de russos e chineses.
Os portugueses, embora em minoria (14%), registaram um aumento da sua ‘fatia’, segundo indica.
Os dados divulgados pela Parques de Sintra indicam que depois do Parque e Palácio Nacional da Pena os monumentos sob sua gestão mais visitados em 2014 foram o Palácio Nacional de Sintra, com 445 mil visitantes, o Castelo dos Mouros, com 307 mil, e o Palácio Nacional de Queluz, com 132 mil.
Já com menos de cem mil visitantes estiveram o Parque e Palácio de Monserrate, com 93 mil, o Convento dos Capuchos, com 33 mil, o Chalet da Condessa d’Edla, com 25 mil, e a Quintinha de Monserrate, com quatro mil.
A Parques de Sintra - Monte da Lua foi criada em 2000 e tem como accionistas instituições públicas como o Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, a Direção Geral do Tesouro e Finanças (que representa o Estado), o Turismo de Portugal e a Câmara Municipal de Sintra, mas desenvolve a sua actividade de recuperação e manutenção do património com as receitas de bilheteiras, lojas, cafetarias e aluguer de espaços para eventos, sem recurso ao Orçamento do Estado.
Outras Notícias
Um olhar sobre a aviação comercial perante a pandemia de covid-19
Há pouco mais de três meses muitas das companhias aéreas do mundo debatiam-se com problemas de falta de aviões que assegurassem as suas estratégias de crescimento e melhoria da sua eficiência. Reclamavam e pediam compensações da Boeing, pelo atraso no regresso à operação do B737 Max, bem como da Airbus, pelos sucessivos atrasos na entrega de novas aeronaves. Hoje, entre muitas outras, as dificuldades passam por encontrar lugar para parquear as suas frotas e em determinar quando as irão colocar novamente nos céus. Quase ninguém quer ouvir falar em ter mais aviões.
Nunca acreditaram. Sempre falaram e… nada fizeram!...
Uns disseram que «não haveria lei dos vouchers», claro que não, pois se «os agentes de viagens não têm voz em Portugal»…
IAG adia mudanças na gestão de topo
O IAG, segundo maior grupo europeu de aviação, anunciou hoje o adiamento das alterações da sua gestão de topo, nomeadamente a substituição de Willie Walsh como CEO por Luis Gallego, justificando com a pandemia de covid-19 e designadamente a sua evolução em Espanha.
Minor promove Miguel Garcia a director de Operações para hotéis urbanos em Portugal
A Minor Hotels, proprietária da rede hoteleira Tivoli, promoveu Miguel Garcia para o cargo de director regional de Operações para Urban Hotels Portugal.
Minor contrata ex-director do Bairro Alto Hotel para hotel manager do Tivoli Avenida Liberdade
A Minor Hotels contratou o ex-director do Bairro Alto Hotel, João Prista von Bonhost, para o cargo de hotel manager do Tivoli Avenida Liberdade.




Escrever comentário