Covid-19 já matou pelo menos 2,593 milhões de pessoas no mundo

08-03-2021 (15h42)

Foto: Unsplash / Engin Akyurt
Foto: Unsplash / Engin Akyurt

A pandemia do novo coronavírus matou pelo menos 2.593.872 pessoas no mundo desde o final de Dezembro de 2019, segundo o levantamento hoje realizado pela agência de notícias AFP a partir de fontes oficiais, citado pela Lusa.

Mais de 116.768.620 casos de infecção foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia.

Os números são baseados em relatórios diários das autoridades de saúde de cada país e excluem as revisões posteriores de agências estatísticas, como ocorre na Rússia, Espanha e Reino Unido.

No Domingo, 5.034 novas mortes e 360.341 novos casos foram registados em todo o mundo.

Os países que registaram o maior número de novas mortes nos seus mais recentes levantamentos são o Brasil com 1.086 mortes, os Estados Unidos (617) e a Rússia (379).

Os Estados Unidos são o país mais afectado em termos de mortes e casos, com 525.035 mortes para 28.999.266 casos, de acordo com o levantamento realizado pela Universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 265.411 óbitos e 11.019.344 casos, o México com 190.604 mortes (2.128.600 casos), a Índia com 157.853 óbitos (11.229.398 casos) e o Reino Unido com 124.419 mortes (4.218.520 casos).

Entre os países mais atingidos, a República Checa é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 204 mortes por 100.000 habitantes, seguida pela Bélgica (192), Eslovénia (187), Reino Unido (183) e Montenegro (170).

A Europa totalizou hoje, às 11:00, 875.206 mortes para 38.693.968 casos, a América Latina e Caribe 698.466 óbitos (22.089.230 casos), os Estados Unidos e Canadá 547.270 mortes (29.885.362 casos), a Ásia 259.877 óbitos (16.375.872 casos), o Médio Oriente 106.333 mortes (5.722.679 casos), a África 105.767 óbitos (3.968.760 casos) e a Oceânia 953 mortes (32.757 casos).

Desde o início da pandemia, o número de testes realizados aumentou drasticamente e as técnicas de rastreamento e despistagem melhoraram, levando a um aumento no número dos contágios declarados.

O número de casos diagnosticados, entretanto, reflete apenas uma fração do total real dos contágios, com uma proporção significativa dos casos menos graves ou assintomáticos ainda não detetados.

Esta avaliação foi realizada com base em dados recolhidos pelos escritórios da AFP junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

 

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