Vizinha França ascende a líder do turismo internacional para Espanha em Julho

01-09-2020 (13h14)

A vizinha França foi o primeiro emissor de turistas para Espanha no mês de Julho, destronando os ‘clássicos líderes' Reino Unido e Alemanha, por ter apresentado uma quebra menor, ainda assim em 67,2%.

Dados publicados hoje pelo INE espanhol indicam que o país recebeu em Julho 2,46 milhões de turistas residentes no estrangeiro, 24,2% deles ou 597,2 mil da vizinha França, que assim superou a Alemanha, nº 2 no mês, com 17,5% do total ou 432,3 mil, e sobretudo o Reino Unido, nº1 há um ano, então com 21,8% do total ou 21,15 milhões, mas que este ano foi apenas 3º, com 377,8 mil, representando 15,3% do total.

Os dados do INE espanhol indicam que o país recebeu este Julho 2,46 milhões de turistas estrangeiros, o que significa uma quebra em 75% ou 7,4 milhões, para a qual os maiores contributos foram as quebras em 1,77 milhões do Reino Unido (-82,5%), em 838,8 mil (-58,4%) de França, em 566,8 mil (-85,6%) dos países nórdicos e em 409,5 mil (-96,5%) dos Estados Unidos, a que se juntam as quebras dos conjuntos "Resto da Europa" (-75% ou menis 534,6 mil) e "Resto do Mundo" (-86,4% ou menos 447,7 mil).

Para o conjunto dos primeiros sete meses deste ano, os dados do INE espanhol indicam que o país tem uma quebra das chegadas de turistas estrangeiros em 72,4%, que significa um decréscimo de 34,7 milhões, ficando em 13,2 milhões, que é menos do que teve no primeiro trimestre de 2019 (14,22 milhões).

Neste período, o Reino Unido mantém-se o maior emissor, com 18,2% das chegadas, no total de 2,4 milhões, ainda assim -76,9% ou menos oito milhões que no período homólogo de 2019.

Seguem-se França, com 15,2% das chegadas, no total de dois milhões, e Alemanha, com 1,78 milhões, representando 13,4% do total.

O conjunto "Resto da América", formado pelos emissores do continente americano à excepção dos Estados Unidos, é o que apresenta a menor quebra relativa, ainda assim em 65,6%, representando um decréscimo de 1,4 milhões, para 734,5 mil.

Já os Estados Unidos são o emissor para Espanha com a maior quebra relativa, em 81,7%, representando um decréscimo de 1,62 milhões, para 364,9 mil.

 

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