Estudo da eDreams indica que portugueses fizeram mais férias que a média global

30-10-2020 (13h29)

Foto: Unsplash / Scott Graham
Foto: Unsplash / Scott Graham

A agência de viagens online eDreams fez um estudo, através de inquéritos a viajantes de diferentes mercados, que indica que 56% do total dos inquiridos fez férias em 2020, ao passo que, apesar de terem preocupações semelhantes, essa percentagem sobe para 70% no mercado português.

Este estudo, efectuado pela OnePoll para a eDreams entre 16 e 29 de Setembro, foi feito "com o objectivo de compreender os efeitos que a pandemia de covid-19 deixou nos hábitos de viagem dos europeus". A amostra contou com 10.000 participantes de diferentes nacionalidades, 1.000 dos quais portugueses, que tenham efectuado uma viagem de avião nos últimos dois anos.

No que diz respeito ao viajante português, 42% dos inquiridos afirmaram sentir alguma preocupação em relação à situação, mas acreditam que é seguro viajar se forem tomadas as devidas precauções, enquanto que 26% afirma não sentir qualquer preocupação desde que se respeitem as regras de distanciamento e o uso de máscara.

Do total de portugueses inquiridos, 70% fez férias, e desse conjunto 47% escolheu zonas mais remotas para evitar multidões e 56% fez férias locais, sem deixar o país.

Dos portugueses que decidiram viajar para o estrangeiro, 44% afirmou ter-se sentido seguro em espaços exteriores como a praia ou a montanha, 38% destacou a segurança do seu hotel ou apartamento, e 25% destacou a segurança na viagem de avião.

No que diz respeito a reservas, 53% dos portugueses afirmou que "antes de reservar uma viagem ao estrangeiro necessitaria de uma garantia de reembolso em caso de cancelamento motivado pela covid-19", e 39% quer informação governamental sobre a segurança do destino para o qual planeia viajar.

Este estudo contou com participantes dos mercados alemão, espanhol, francês, italiano, português, sueco, do Reino Unido, e ainda dos Estados Unidos.

À semelhança do mercado português, 42% do total dos inquiridos afirmou sentir-se um pouco preocupado, mas com a crença de que se forem tomadas precauções é seguro viajar. 59% também exigiria uma garantia de reembolso para marcar uma viagem.

No que diz respeito a concretizar viagens, o total dos inquiridos fica abaixo dos resultados dos portugueses, com pouco mais de metade, 56% a realizar férias, sendo que 41% destes não saiu do seu país de origem.

De acordo com este estudo, a diferença mais sentida pelos viajantes globais, comparando 2020 com outros anos, foi a necessidade de fazer férias locais.
Houve ainda 16% dos inquiridos que afirmou que fez as suas férias como teria feito noutro ano sem pandemia.

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