Vistos de estudante ou de negócios vão permitir entrada no Japão

30-09-2020 (10h42)

Foto: Unsplash / Jean Vella
Foto: Unsplash / Jean Vella

O Japão vai permitir a entrada de estrangeiros com visto de estudante ou negócios a partir de 1 de Outubro, mas as fronteiras vão continuar fechadas para turistas, devido à pandemia, anunciaram hoje as autoridades.

O novo plano, apoiado pelo painel de peritos epidemiológicos do Governo nipónico, deverá permitir a entrada de estrangeiros de qualquer país com visto de três ou mais meses para fins não turísticos, afirmaram hoje funcionários governamentais, em conferência de imprensa.

A medida inclui pessoas que viajam para o Japão por motivos profissionais, para estudar, participar em intercâmbios culturais, trabalhar no sector médico ou como dependentes de trabalhadores estrangeiros com residência oficial no país asiático.

O Governo japonês tinha suspendido em Março a emissão de novos vistos nestas categorias, para além de congelar a emissão de novas autorizações de residência.

O número de estrangeiros autorizados a entrar no Japão será no entanto condicionado pela capacidade para realizar testes à doença nos aeroportos japoneses, informaram funcionários governamentais, limitando por agora a entrada a mil estrangeiros por dia.

Os aeroportos japoneses podem realizar cerca de 10.000 testes diários, mas a maioria está reservada aos cidadãos japoneses que regressam do estrangeiro, precisaram.

Os estrangeiros que viajam para o Japão devem fazer um teste ao novo coronavírus antes de deixarem o seu país e outro à chegada ao aeroporto, além de terem de fazer quarentena durante 14 dias.

Desde 1 de Setembro, as autoridades japonesas têm também permitido a entrada de estrangeiros com estatuto de residentes no Japão que tenham viajado para o estrangeiro antes ou depois das restrições fronteiriças, sujeitos a testes e quarentena.

Em paralelo com estas medidas, o Japão flexibilizou as condições de entrada para viajantes com vistos de médio e longo prazo de sete países do Sudeste Asiático, e está a negociar medidas semelhantes com 16 países da Ásia-Pacífico, incluindo China, Austrália ou Coreia do Sul.

(PressTUR com Agência Lusa)

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