José Avillez é o único português na lista dos 100 melhores chefs do mundo

24-09-2020 (15h22)

Foto: Grupo José Avillez
Foto: Grupo José Avillez

José Avillez foi cotado na 70.ª posição na lista dos 100 melhores chefs do mundo, cujo primeiro lugar foi atribuído ao dinamarquês René Redzepi (do Noma, Copenhaga, 2-estrelas Michelin), anunciou hoje a organização dos The Best Chef Awards.

Avillez, chef do ‘Belcanto’, 2-estrelas Michelin, em Lisboa, e de cerca de uma dezena de outros restaurantes em Portugal e no Dubai, ficou no lugar seguinte ao do austríaco Hans Neuner (do restaurante Ocean, 2-estrelas Michelin, em Porches, Algarve).

O português Henrique Sá Pessoa (do restaurante Alma, Lisboa, 2-estrelas), estava nomeado, mas não integrou a lista final.

O título de Melhor Cozinheiro foi atribuído ao dinamarquês René Redzepi, seguido de Björn Frantzén (do restaurante Frantzén, em Estocolmo, com 3-estrelas), que foi o vencedor da edição de 2019.

Em terceiro lugar ficou o norte-americano Dan Barber (do Blue Hill at Stone Barns, em Tarrytown, 2-estrelas, e do Blue Hill, em Nova Iorque, 1-estrela).

Também com restaurantes em Portugal, os espanhóis Martin Berasategui (do Fifty Seconds, Lisboa, 1-estrela) e Eneko Atxa (Eneko Lisboa) ficaram, respetivamente, em 37.º e 17.º lugares.

A edição deste ano foi realizada em formato virtual, com a organização a divulgar os distinguidos ao longo do dia, através das redes sociais.

A distinção, criada pelo italiano Cristian Gadau e pela empresa TBC MediaCorp, pretende dar destaque ao cozinheiro em detrimento do restaurante, e a seleção dos nomeados parte de “parceiros independentes” da plataforma.

O prémio ‘Lenda’ foi atribuído ao francês Michel Bras, do restaurante Le Suquet, que conquistou 3-estrelas Michelin em 1999 e que saiu do guia, em 2018, a pedido do filho, Sébastien Bras.

O brasileiro Rafa Costa e Silva (do Lasai, no Rio de Janeiro, 1-estrela), venceu o prémio ‘Followers’ (‘Seguidores’ nas redes sociais), enquanto a conterrânea Manu Bufarra (do Manu, em Curitiba) recebeu a distinção ‘Rising Star’ (‘estrela em ascensão’).

O prémio relativo à Ciência, destinado ao cozinheiro que se destaque na investigação, técnicas experimentais e transformação, foi para o chef Rasmus Munk (do Alchemist, em Copenhaga, 2-estrelas).

A votação coube aos cozinheiros do ranking do ano passado e aos novos candidatos deste ano, somando-se ainda os votos de “uma seleção de profissionais culinários, fotógrafos e amantes da cozinha”.

(PressTUR com Agência Lusa)

 

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